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15 de dezembro de 2015

Maratone nas férias - Scream Queens

Se você gosta de Glee e/ou American Horror Story já deve ter ouvido falar da nova série produzida por Ryan Murphy, Scream Queens. Mas se você não sabe do que estou falando, vou te apresentar.


Scream Queens é uma série de terror trash (TRASH OKEY?) que se passa dentro do campus de uma universidade, onde assassinatos começam a ocorrer, principalmente no núcleo principal da série que são as meninas da  fraternidade Kappa Kappa Tau, “Aí que clichê”, sim é pra ser mesmo.
 Já no ínicio descobrimos que o assassino se veste de demônio vermelho ( o mascote da faculdade) e o principal mistério está em justamente descobrir quem é ele. É clara e abertamente uma referência a filmes de assassinatos em séries, comuns nos anos 90, como pânico.

Seu elenco conta com Emma Roberts, Lea Michele, Abigail Breslin, Jamie Lee Curtis, Diego Bortena, Ariana Grande, Nick Jonas, entre outros.
(imagem do elenco)

Mas PRESTE MUITA ATENÇÃO para não se frustar, ela é uma série propositalmente trash, que mistura terror e comédia e não deve ser levada muito a sério em nenhum dos dois lados. Há cenas e personagens que são completamente fora da realidade, mas dentro da série isso faz sentido. Isso não torna a série ruim, se você assistir sabendo o que vai encontrar vai perceber o quanto ela é viciante.
Ela usa e abusa do humor negro e do ridículo, mesmo que você não gargalhe de rir é divertido. E tem momentos de suspense que te deixam tenso. O mistério do demônio vermelho é muito bem desenvolvido ao longo  temporada e todos os personagens apresentam potencial pra ser assassinos, cada personalidade é um mistério a parte inclusive. (Tio Ryan sabe o que faz nesse quesito).

A primeira temporada tem 13 episódios e não foi  muito bem de audiência, provavelmente por ser um gênero muito específico, ainda não se sabe se vai ser renovada. Porémno no 13º foi revelada a identidade do assassino, então vale a pena assistir independente disto.
Bons gritos pra vocês!

TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=i6_LwI-hUms

25 de outubro de 2015

Feliz segunda-feira nova!

Segunda-Feira é o dia da preguiça, do cansaço, do tédio, o dia mais chato pra semana, é o dia de virar de lado na cama, de ficar deitado só mais cinco minutinhos, é o dia do atraso e da correria, o dia que te lembra que faltam 5 dias para sexta chegar.

O que ninguém vê sobre a segunda-feira é que ela não é o dia triste que devemos nos lembrar que a nossa vida não é como gostaríamos, ela é o primeiro dia de uma nova semana que não precisa ser interpretada como um castigo.

Esses cinco dias fazem parte de você na mesma intensidade do bar de sexta-feira a noite, da balada de sábado, do cinema no fim do domingo. A sua vida não começa no primeiro copo de cerveja, ou só quando você acorda meio-dia no seu único dia de descanso e não termina quando começa a música do fantástico, ela já começou e ela continua aí, a chegada de segunda-feira é só um lembrete para você vivê-la.

Hoje é um ótimo dia para colocar em prática aquela lista de coisas a fazer do começo do ano, lembra? É o dia de mudar, dos planos, de cumprir aquela promessa que você fez pro espelho, é o dia de fazer com que a sua vida seja o que você quer, ou ao menos tentar dar um açucarada. É o dia de mudar o seu ponto de vista e de enxergar esses cinco dias que você tem pela frente como uma história em potencial. A segunda-feira é o ano novo que começa toda semana.


Feliz segunda pra você!

28 de julho de 2015

Mito da Caverna

Viva! Não era uma comemoração, era um grito, uma súplica, um pedido de joelhos, Viva, por favor!

Um homem olha, com seus olhos vermelhos, sem compreender. Estou vivo, estou respirando.

Do outro lado existe alguém que sabe que não é verdade, a vida não se faz, não existe naquele mundo.

Ele já esteve ali, andando entre aqueles que o mundo finge não ver e, ele próprio, não via o mundo.

Preso por correntes invisíveis, mas impossibilitado de se soltar. O vício é uma areia movediça.

O mundo parecia melhor dentro daqueles muros, os efeitos alucinógenos entorpeciam os sentidos, criavam figuras inexistentes mais bondosas que as que ele conhecia, escondiam as angustias que se tenta, a todo custo, negar. Não existe a dor, não existe a doença, não existe o vazio, não existe a morte.

 Sem espelhos, não via a própria morte que existia em si. Os olhos vermelhos, a pele flácida, a alma vazia.

Um dia encontrou um caco de vidro que refletiu a própria imagem e aos poucos foi vendo pelas rachaduras. Dentro daqueles muros as figuras bondosas não entravam, as luzes não iluminavam, não existia a paz, não existia a calma, não existia o amor.

Desprendeu-se, arrastou-se para fora, carregando o peso de se negar hábitos antigos, por mais torturantes que eles fossem.

Vez ou outra entra nos muros pra dizer o que há lá fora.

O mundo não é doce, de fato, mas o amargo que tempera os dias é melhor do que o aguado gosto da vida pela metade.

Alguns não entendem uma só palavra, outros preferem ainda observar as sombras e não há nada a ser feito.

 Apenas nós possuímos as chaves de nossas próprias algemas.


Viva, por favor!

26 de julho de 2015

Vida de universitária: como é a faculdade?


Um dos assuntos que eu adorava ler e ver vídeos era sobre faculdade, desde informações sobre o curso, materiais, até o dia-a-dia. Por isso, antes de iniciar o segundo semestre, vim contar quais foram as primeiras impressões. Professores, aulas, estudos, é tipo American Pie?

Eu estudo Publicidade e Propagada no período noturno, admito que sou nerd e a média da faculdade é oito - pausa pra vocês entrarem em choque- então a resposta para a última pergunta é não. A faculdade, pelo menos a minha, não é o ambiente festivo que muitos têm em mente, até rola uma festas no terraço e ao redor é cheio de barzinhos, mas é ali que você vai montar seu futuro profissional e, mais do que isso, adquirindo conhecimentos que você julgou serem importantes e interessantes pra você.

Claro que se você gosta nada te impede de, com consciência, ir aos barzinhos e às festas, assim esse período pode ser o melhor, mais divertido, mais louco e, ao mesmo tempo, o mais produtivo da sua vida.

Algumas coisas que percebi no decorrer da faculdade.

Os professores não dão aula à la ensino médio.
Para quem já fez cursinho sabe a diferença que faz uma aula que não se resume à lousa cheia e um resumo do que já está escrito. A maioria dos professores conversa na verdade sobre o tema, conta casos, dá sua opinião, faz você pensar, tirar suas próprias conclusões, claro que há slides, mas o conteúdo é sempre apresentado de forma mais interessante.

Estudar vai além das aulas
Tudo tem dois lados, e ao mesmo tempo  em que os professores não vão apresentar aulas chatas, também não vão dar nada mastigado. Cheguei ao fim do semestre com sensação de que podia saber muito mais, era só ter dado mais atenção para os livros indicados pelos professores.

Faltar é muito mais do que só perder um dia
Como eu disse, a faculdade é o ambiente em que você vai aprender sobre um assunto que você gosta, com o qual você quer trabalhar e quer saber discutir, cada falta você perde um montão de conhecimento que pode ser que nunca mais seja dado, afinal as aulas sendo dinâmicas, há pontos de vista dos professores, exemplos, pensamento que você formaria naquela aula e que não podem ser achados no google.

Você não vai ter tempo pra anotar e depois vai querer ter anotado tudo.
A maioria das pessoas quando fala sobre faculdade diz que não há muito o que anotar, mas, pra mim, anotações até seriam bem vindas, o que não tinha era tempo, o professor realmente não vai ficar passando textos e textos em lousas, e você vai ouvindo o que ele fala, algumas coisas você lembra, outras não e droga, eu queria ter anotado sobre aquilo lá. Você vai ter que descobrir qual o meio-termo pra isso e qual a melhor forma pra você de fato aprender o que está sendo ensinado.


3 de abril de 2015

Toca Raul!

Não tomo partidos. Não é questão de ficar em cima do muro, e sim subir nele rapidinho só pra observar e perceber que nenhum dos lados tá certo e nenhum tá errado, depois eu pulo pro lado que simpatizar mais e saio andando sem falar nada a menos que me perguntem alguma coisa.

Descobri que nem tudo é preto no branco, nem tudo precisa ser oito ou oitenta, as coisas não são completamente boas ou completamente ruins, nós apenas gostamos de catalogar tudo em uma única frente para organizar nossas prateleiras por título, não consigo, prefiro deixar tudo uma bagunça.

Não tenho opiniões formadas, mudo o tempo todo o que eu penso quando me deparo com um argumento do partido adversário que faz sentido.  Pessoas com convicção nunca me pareceram admiráveis, mas sim mentes fechadas, porque, se você tira os tampões e olha em volta, seus ideais nunca fazem sentido, não importa qual sejam.

Não gosto de definições, eu sou assim, ela é assado, o verbo ser desencadeia ideia de eternidade, prefiro o verbo estar, pois estar é momento e é apenas em algum momento perdido no tempo que a eternidade é capaz de existir.

Estereótipos estão em mais lugares que podemos imaginar e há até quem goste de tentar se encaixar, eu prefiro ignorar.

Não quer dizer que não tenha minha verdade, valores e preconceitos, apenas que acredito que toda moeda tem dois lados e a gente nunca sabe qual vai ser nossa reação se formos postos em uma situação diferente da que estamos acostumas.


Nunca diga nunca é um lema e metamorfose ambulante é minha música, mas esquece de tudo que eu falei, até amanhã já mudei de opinião.